Agosto: mês de Jorge Amado
- muralescolar
- 31 de ago. de 2018
- 2 min de leitura

Para celebrar o aniversário do escritor Jorge Amado, separamos cinco obras que foram adaptadas para o cinema. Aproveite as sugestões de filmes e leitura!
Dona Flor e seus Dois Maridos
Dona Flor é casada com Vadinho, boêmio beberrão e apostador que a satisfaz na cama. Quando o marido morre, Flor passa a ser cortejada por outro homem, o pacato farmacêutico Teodoro que, apesar de ser uma boa pessoa, é um tanto conservador e não tão apimentado entre os lençóis. É aí que Vadinho resolve aparecer de novo, em forma de espírito, para satisfazer sua viúva, deixando-a num dilema: a quem amar? O espírito de Vadinho ou o dedicado Teodoro? O cineasta Bruno Barreto adaptou o livro para as telas em 1976 e em 2017 a história ganhou uma nova versão do diretor Pedro Vasconcelos.
Gabriela: Cravo e Canela
Gabriela é parte de um grupo de retirantes que se muda para Ilhéus, na Bahia, em busca de novas oportunidades de vida. Ela é encontrada nas ruas por Nacib Saad, que logo se apaixona pela menina, tão jovial e sensual quanto ingênua. Só que, após o casamento, a relação dos dois começa a esfriar. Não pela falta de paixão, mas por conta de toda a sociedade ao redor. Em 1983, o diretor Bruno Barreto adaptou o livro para os cinemas.
Tieta do Agreste
Tieta acabou de perder o marido abastado e volta para sua pequena cidade natal com a enteada, Leonora. Cheia da grana e charme, a influente viúva faz de sua chegada um acontecimento e movimenta a vida pacata dos habitantes. O filme lançado em 1996 é dirigido por Carlos Diegues.
A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água
Lançado em 1959, o romance foi ganhando status de clássico, principalmente pelos personagens carismáticos e pelo inusitado de sua trama, que, mesmo apelando para o realismo fantástico, conseguiu retratar com precisão uma parcela significativa do povo da Bahia. A história do defunto que não é deixado em paz pelos melhores amigos e levado para uma última noite de festa, mulheres e bebedeira em uma Salvador triste por sua partida, foi levada às telas pelo baiano Sérgio Machado, em 2010.
Capitães da Areia
Verdadeiro romance de formação, o livro nos torna íntimos de suas pequenas criaturas, cada uma delas com suas carências e suas ambições: do líder Pedro Bala ao religioso Pirulito, do ressentido e cruel Sem-Pernas ao aprendiz de cafetão Gato, do sensato Professor ao rústico sertanejo Volta Seca. Os jovens órfãos crescem circulando pelas ruas de uma Salvador bem diferente da presente em cartazes de empresas de turismo. Um dos livros mais sensíveis de Jorge Amado, ganhou as telas pelas mãos da neta do autor, Cecília Amado, em 2011.
Fontes: Papo de cinema e Companhia das Letras













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